sábado, 2 de abril de 2011

Entrevistas à população

No mês de Março elaboramos entrevistas à população com o objetivo de perceber se as pessoas apreenderam a informação que tentámos passar nos momentos de sensibilização realizados até ao momento, por nós, em relação ao tema pradarias marinhas. E como tal percebemos que as pessoas, através das nossas ações de sensibilização no Centro de Ciências Vivas do Algarve e na nossa escola, ficaram a saber o que eram, quais as suas funções ecológicas, bem como quais as consequências da sua destruição para nós e para outros seres vivos que delas dependem. Logo, consideramos que foi um trabalho bem feito, que causou algum impacto a nível das pessoas com quem diariamente lidamos. Assim, este objectivo foi cumprido.

A principal dificuldade para a realização das mesmas foi o facto dos horários de trabalho serem diferentes dos nossos e pouco compatíveis, assim tivemos que nos reunir com as pessoas entrevistadas ao fim-de-semana.

A entrevista consistiu nas seguintes perguntas:

1. Sabe o que é uma pradaria marinha?

Nesta pergunta as pessoas diziam que sim, por já ter ouvido falar nas ações de sensibilização que efetuamos, mas não conseguiam explicar o que é.

2. Acha que as pradarias marinhas são importantes?

Nesta sabiam que são importantes, respondendo que como fazem parte da biodiversidade e são um habitat para vários animais.

3. Existem inúmeros seres vivos que dependem das ervas marinhas. Faz alguma ideia de quais sejam?

Nesta referiram somente os peixes.

4. Sabe algumas das funções ecológicas das pradarias marinhas?

Nesta referiam que era para a proteção de algumas espécies de peixes e para outras de alimento.

5. Sabia que existe um programa para adotar uma pradaria marinha? O que acha da ideia?

Nesta tivemos várias respostas, havia pessoas que sabiam da existência do programa e outras que não sabiam da sua existência, mas para ambas as respostas referiam que era uma boa ideia.

6. Acha que ervas marinhas e algas são a mesma coisa?

Nesta também tivemos respostas variadas, desde que sabiam que eram diferentes, mas não sabiam explicar porque, até que achavam que eram a mesma coisa.

Inquéritos à população

«Durante o mês de Fevereiro, o nosso grupo percorreu a cidade de Faro com o intuito de realizar inquéritos à população de modo a perceber o nível de conhecimento da mesma acerca do tema pradarias marinhas.» «E, como tal, decidimos resumir os nossos resultados em gráficos(em baixo).»

«A nossa maior dificuldade foi a forma como interpelar as pessoas, às vezes elas não estavam dispostas a ajudar-nos, outras vezes não tinham tempo, foi complicado para nós obter os resultados de que hoje dispomos.»

Com os resultados obtidos nos inquéritos podemos concluir que «grande parte da população tem conhecimento das pradarias marinhas, não da sua totalidade, mas já ouviram falar no seu nome. Ainda existe aquela ideia das ervas marinhas serem algas, no entanto, o objectivo dos mesmos inquéritos e refutar essa observação e explicar o porquê de não serem algas.»

Estatística dos inquéritos:





Tratamento de dados: Flávia Guerreiro

sábado, 26 de março de 2011

[INFO] Exploração de terreno



Hoje decidimos ir visitar a nossa pradaria e aproveitámos para tirámos algumas fotografias da zona à volta visto que fomos na altura da maré alta .. Com isto aqui vos deixamos algumas imagens do nosso pequeno terreno e até à próxima.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

[INFO] Sabia que...

...pode proteger as pradarias marinhas com simples actos como estes?

(1) Quando for à praia ou passear em rios não deixe o lixo na areia, muito menos na água. Coloque-o nos respectivos contentores.

(2) Na ria ao apanhar amêijoas ou isco para a pesca, não faça buracos no meio das pradarias marinhas, nem arranque as folhas e rizomas.

(3) Diga em casa para se gastar menos detergente a lavar a roupa e a louça. Estes produtos acabam no mar e a água deixa de ser clara. E as ervas marinhas gostam de águas bem límpidas para deixarem entrar a luz do Sol que as ajuda a crescer.

(4) Se for da família de um pescador diga-lhe para ter cuidado e não destruir habitats marinhos. Assim continuará a ter peixe durante muitos e muitos anos!

(5) Se conhecer algum mergulhador diga-lhe para ter cuidado com as barbatanas para não as arrancar.


retirado do site: http://www.pradariasmarinhas.com/

[NEWS] Saida de campo

No passado dia 5 de Fevereiro nós, o Grupo Bio Vida, realizámos a nossa primeira saída de campo à pradaria adoptada.
Nesta saída efectuamos a contagem de pés e medimos as folhas em seis quadrados de 50x50cm. Através dos resultados obtidos por esta contagem apercebemo-nos da densidade de ervas marinhas existentes naquela área. Chegámos então à conclusão que, em média, existem 50 pés por 100 cm quadrados. E o comprimento médio das folhas é de 20,1 cm.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

[INFO] Sabia que ...

...a diversidade marinha depende das pradarias marinhas?


Pois bem, tanto chocos (Sepia officinalis) como cavalos-marinhos (Hippocampus hippocamus eHippocampus ramulosus) usufruem destas ervas marinhas para se camuflarem e esconderem de predadores. Os cavalos marinhos utilizam as suas caudas para se agarrarem às ervas marinhas.
No entanto, não são só os cavalos marinhos e os chocos que interagem com este habitat, as raias (Raja undulata), os polvos (Octopus vulgaris) e as ameijoas (Ruditapes decussatus eSpisula solida) também. Sem as pradarias marinhas estas espécies podem ficar em risco, e algumas já estão.
Enquanto que em 2001/2002, a densidade de cavalos marinhos na Ria Formosa era de 1,5 individuos por metro quadrado, em 2008 houve uma redução em cerca de 85% na população.
 
Dados retirados do site: http://www.oceanario.pt/docs/Apresentacao_cavalos-marinhos.pdf

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

[INFO] Programa Adopte

O programa Adopte é uma iniciativa do Centro de Ciências do Mar, que faz parte da UAlg, e é patrocinado pelo Oceanário de Lisboa. Este pretende envolver a população na monitorização e na protecção de um dos ecossistemas marinhos mais vulneráveis da costa portuguesa, as pradarias marinhas.

Através da adopção de uma pradaria marinha, estamos a contribuir para a sua protecção e a permitir a sensibilização dos cidadãos, inclusive das novas gerações, para a importância deste habitat.

Para mais informações acerca deste programa visite o link a seguir:http://www.pradariasmarinhas.com/