No mês de Março elaboramos entrevistas à população com o objetivo de perceber se as pessoas apreenderam a informação que tentámos passar nos momentos de sensibilização realizados até ao momento, por nós, em relação ao tema pradarias marinhas. E como tal percebemos que as pessoas, através das nossas ações de sensibilização no Centro de Ciências Vivas do Algarve e na nossa escola, ficaram a saber o que eram, quais as suas funções ecológicas, bem como quais as consequências da sua destruição para nós e para outros seres vivos que delas dependem. Logo, consideramos que foi um trabalho bem feito, que causou algum impacto a nível das pessoas com quem diariamente lidamos. Assim, este objectivo foi cumprido.
A principal dificuldade para a realização das mesmas foi o facto dos horários de trabalho serem diferentes dos nossos e pouco compatíveis, assim tivemos que nos reunir com as pessoas entrevistadas ao fim-de-semana.
A entrevista consistiu nas seguintes perguntas:
1. Sabe o que é uma pradaria marinha?
Nesta pergunta as pessoas diziam que sim, por já ter ouvido falar nas ações de sensibilização que efetuamos, mas não conseguiam explicar o que é.
2. Acha que as pradarias marinhas são importantes?
Nesta sabiam que são importantes, respondendo que como fazem parte da biodiversidade e são um habitat para vários animais.
3. Existem inúmeros seres vivos que dependem das ervas marinhas. Faz alguma ideia de quais sejam?
Nesta referiram somente os peixes.
4. Sabe algumas das funções ecológicas das pradarias marinhas?
Nesta referiam que era para a proteção de algumas espécies de peixes e para outras de alimento.
5. Sabia que existe um programa para adotar uma pradaria marinha? O que acha da ideia?
Nesta tivemos várias respostas, havia pessoas que sabiam da existência do programa e outras que não sabiam da sua existência, mas para ambas as respostas referiam que era uma boa ideia.
6. Acha que ervas marinhas e algas são a mesma coisa?
Nesta também tivemos respostas variadas, desde que sabiam que eram diferentes, mas não sabiam explicar porque, até que achavam que eram a mesma coisa.
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